21 de outubro de 2026Eventos

Renera estreia na ABIM 2026 e posiciona Brasil entre players globais de bioinsumos

Participação reforça relevância internacional do país no setor de biocontrole e amplia oportunidades de negócios, cooperação e visibilidade tecnológica O Renera – Brazilian Bioinputs Hub, iniciativa da CLB (CropLife Brasil) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), participa pela primeira vez da Annual Biocontrol Industry Meeting 2026 – ABIM […]

Renera estreia na ABIM 2026 e posiciona Brasil entre players globais de bioinsumos

Participação reforça relevância internacional do país no setor de biocontrole e amplia oportunidades de negócios, cooperação e visibilidade tecnológica

O Renera – Brazilian Bioinputs Hub, iniciativa da CLB (CropLife Brasil) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), participa pela primeira vez da Annual Biocontrol Industry Meeting 2026 – ABIM (Encontro Anual da Indústria de Controle Biológico, em português), principal conferência global dedicada ao biocontrole, realizada entre 20 e 22 de outubro, em Basileia, Suíça. A participação brasileira reforça a relevância internacional do país no setor e amplia oportunidades de negócios, cooperação e visibilidade tecnológica.

O projeto Renera contará com estande institucional no hall 4.0, número 057, com a presença da diretora da CropLife Brasil, Amália Borsari; da gestora do hub, Renata Meliga; e da gerente Regulatório e Institucional em Bioinsumos da entidade, Julia Pupe. Além do ponto fixo, a iniciativa percorrerá o evento para networking e conexões relevantes em busca da promoção e exportação dos biológicos brasileiros. A ABIM é reconhecida mundialmente como o mais relevante encontro mundial do setor, reunindo líderes da indústria, pesquisadores, reguladores, investidores e formuladores de políticas públicas.

O evento é considerado o espaço central para discutir tendências, apresentar inovações e construir estratégias globais para o avanço do biocontrole — segmento que cresce rapidamente e se consolida como eixo fundamental da agricultura sustentável.  

ABIM: o centro global da inovação em biocontrole

A edição de 2026 destaca três pilares estratégicos:

•          Dia 1 – Inovação em biocontrole: apresentação das tecnologias mais avançadas e das pesquisas que estão moldando o futuro do setor.

•          Dia 2 – Impacto na cadeia de valor: como as inovações se traduzem em adoção, competitividade e expansão de mercado.

•          Dia 3 – Políticas públicas para escala global: construção de marcos regulatórios que permitam ampliar o uso de soluções biológicas em diferentes regiões.

O programa da ABIM é reconhecido pela independência e rigor técnico. Os palestrantes são selecionados por chamada pública ou convidados pelo conselho executivo do evento, garantindo credibilidade e diversidade de perspectivas na mesa. A conferência também se destaca por reunir os principais players globais — empresas líderes, startups, centros de pesquisa, organismos internacionais e autoridades regulatórias — consolidando-se como o ambiente mais estratégico para quem atua com biocontrole e bioinsumos no âmbito industrial.

Brasil em posição de liderança

Para a gerente do projeto, Renata Meliga, a presença no evento representa um passo decisivo para posicionar o Brasil entre os principais atores globais do biocontrole. “Estar no maior encontro internacional do setor reforça nossa imagem como país inovador, competitivo e comprometido com soluções sustentáveis. Essa participação amplia oportunidades de negócios, fortalece conexões estratégicas e consolida o Brasil como referência mundial em bioinsumos”, ressalta.

Ao participar da ABIM com estande próprio, o Renera amplia a visibilidade do Brasil, fortalece sua inserção nas cadeias globais de tecnologia biológica e abre portas para novas parcerias comerciais, científicas e institucionais. Entre as principais mostrar compartilhadas, estão:

•          a capacidade científica e tecnológica do País;

•          a força de sua biodiversidade como base para inovação;

•          o avanço regulatório e produtivo do setor;

•          a competitividade internacional das empresas brasileiras.